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http://foto.sapo.pt/outras.asp?capitulo=180

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http://www.mihov.com/sw/en/ir.php

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Sociedade Portuguesa de Astronomia
http://www.sp-astronomia.pt/

Astronomia e Astrofotografia em português
http://astrosurf.com/ramalho/

Astronomia para todos (página muito teórica)
http://astroph-edu.planetaclix.pt/

Astronomia e não só
http://www.cienciaviva.mct.pt/home/

Muito sobre telescópios ( como funcionam e tipos)
http://telescopios.sites.uol.com.br/index.html

Dicas para comprar um Telescópio
http://astro.if.ufrgs.br/telesc/node4.htm

Noticias sobre astronomia
http://www.portaldoastronomo.org/noticias.php

Características e diferenças dos vários telescópios
http://www.astrosurf.com/astronosur/telescopios.htm

Resposta a perguntas frequentes sobre astronomia
http://www.astrored.org/contenidos/preguntas_frecuentes/index.php?cat=Telescopios

Como comprar um telescópio
http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hall/1018/Telescopios.html

http://www.ualg.pt/ccviva/astronomia/astronline/artigo_primeiro_telescopio.htm

Onde Comprar um Telescópio
http://www.astrofotoportugal.com/

http://www.bstar-science.com/cgibin/eloja21.exe?myid=brightstar&lang=pt&titles=00&show=/brightstar/conts/home.htm

http://www.gem51.com/


Ou ainda por exemplo nos Hipermercados, onde por vezes aparecem alguns de qualidade, pena é que que os funcionários não nos saibam dar muita informação acerca dos instrumentos  (exemplo Carrefour)

Site para downloud do programa ciel em português
(Mapa do céu dia a dia grátis)
http://www.stargazing.net/astropc/

Link para aprender a construir Relógio de Sol
 



 

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Para quem gosta de bricolage e não só
http://www.mestremaco.pt/


outro
http://www.aki.pt

Calendário agrícola
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attaches humorados
   

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Os Automóveis da minha vida



http://www.renault16.com/historie_en.htm
(História)

Renault 16 TS

5 portas
Ano de fabrico: 71
cilindrada 1565CC
Potência: 83 Cv
Consumo:

Consumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 

Renault 5C
 

3 portas
Ano de fabrico: 73
cilindrada 956CC
Potência: 47 Cv
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 
Performance :
Cerca de 135 km/h

 



História da Renault

http://www.renault.com/gb/decouverte/index_histoire.htm

Renault 5 TL

3 portas
Ano de fabrico 1978

cilindrada 1108 cc
Potência: 49 Cv
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 

 

Lancia Y10 1.1 i.e.

3 portas
Ano de fabrico
1987
Cilindrada 1108 cc
Potência: 51 Cv às 5250 r.p.m.
pneumáticos 155/70 SR 13
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km): 7,3
Consumo extra-urbano (lt/100km) : 4,7
Consumo misto (lt/100km):  6,2
 


História da Fiat   http://www.carsfromitaly.com/fiat/index.html
 

Fiat 127
3 portas
ano de fabrico:

cilindrada 900 cc
Potência: 45 Cv
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 

Renault Twingo
 

3 portas
Ano de Fabrico 1985

cilindrada 1239 cc
Potência: 55/5300 Cv
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 
  Renault Clio RC 1.9  Societé
 

3 portas
Ano de Fabrico 1987

cilindrada 1870cc
Potência: 65/4500 Cv
Consumo:
C
onsumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 
 

Renault Twingo Spring
 

3 portas
Ano de Fabrico 1985

cilindrada 1108 cc
Potência: 54 Cv
Consumo:
C
onsumo urbano (lt/100km):
Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 
 

Opel Astra Caravan 2.0 DI

5 portas
Ano de Fabrico 1998

Cilindrada 1950 cc
Potência: 82 Cv
Consumo:

Consumo urbano (lt/100km):

Consumo extra-urbano (lt/100km) :
Consumo misto (lt/100km): 

Alfa 147 1.6 TS

3 portas
Ano de Fabrico 2001

Cilindrada 1600 cc
Potência: 120 Cv
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
11,2
Consumo extra-urbano (lt/100km) : 6,4
Consumo misto (lt/100km):  8,2


Notícias
do teste


História da Citroen
http://www.citroen.pt/historia/?link.Historia
(fraca)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Citro%C3%ABn http://www.citroen.es/CWE/es-ES/AboutCitroen/HISTORY/ (muito completa em Espanhol)
Citroen C3 Exclusive

5 portas
Ano de fabrico 2002

Cilindrada 1398 cc
Potência: 70 Cv às 4000 rpm
Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
5,5
Consumo extra-urbano (lt/100km) : 4,0
Consumo misto (lt/100km):  4,5

Notícias
do teste

Citroen C3 Pluriel 1.4HDI

3 portas
Ano de fabrico 2004

Potência: 70 Cv às 4000 rpm

Consumo:
Consumo urbano (lt/100km):
5,5
Consumo extra-urbano (lt/100km) : 4,0
Consumo misto (lt/100km):  4,5

Notícias
do teste

Citroen C3 Picasso 1.6 HDi

5 portas
Ano de fabrico 2009
Potência 90 Cv
Cilindrada: 1560 cc

Consumo urbano (lt/100km): 5,5
Consumo extra-urbano (lt/100km) : 4,1
Consumo misto (lt/100km):  4,6

http://www.c3picasso.com/pt/

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Motores eléctricos Renault

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http://www.computadordebordo.com       Automóveis

Citroen C3 Picasso

1.6 HDi

 

Citroën C3 1.4 HDi SX
Autohoje de 27 de Março de 2002

     Citroën C3 1.4 HDi SX

A arte de ser diferente

André Citroën sempre buscou a diferenciação nos seus automóveis e o C3 desvenda um pouco desse espírito criativo. Das linhas irreverentes à tecnologia, sem esquecer a facilidade de utilização permitida, este é um “Double Chevron” por direito próprio. Fomos a França ensaiá-lo, em primeira mão.

O Citroën C3 surge numa era em que a marca francesa parece retomar os ditames criativos do seu fundador, André Citroën. Posicionado entre o Saxo e o Xsara (enquanto não chegam os sucessores destes), o C3 pretende demarcar-se da concorrência tal como os seus antecessores mais ilustres o fizeram no passado, defendendo uma imagem vanguardista e um conteúdo tecnológico avultado.
E nada melhor do que um estilo irreverente para que este utilitário se imponha como um digno representante da linhagem Citroën. As proporções avantajadas e as linhas abauladas têm por base o protótipo C3 Lumiére, desvendado em 1998, mas é quase impossível negar algumas parecenças com o 2CV. Não que o novo modelo tenha assimilado o aspecto rústico desse mito da indústria automóvel, longe disso, simplesmente a proeminência da frente, as cavas das rodas bem definidas e a generalidade do seu perfil recordam-nos outros tempos e outros modos de estar na estrada.
A linha de cintura semi-elíptica e a enorme superfície vidrada são outras das particularidades do traço do C3 que, assim, amplia o campo de visão do condutor e dos passageiros. A luminosidade no interior também ficou a ganhar, sendo esta uma das suas características mais marcantes, reservando-nos um ambiente de cores claras e realizado com materiais que mais depressa satisfazem a vista do que o tacto. Sente-se a atmosfera Citroën recriada nos detalhes: o volante assemelha-se ao “mono-braço” do DS, a instrumentação digital lembra vagamente a lente do painel do CX e as aplicações semelhantes ao alumínio polido (nas “esferas” da ventilação, nos manípulos das portas e no punho da caixa) dão um toque de sofisticação.
Se tudo parece estar bem lá na frente, quem for sentado no banco traseiro do C3 irá lidar com a maior das limitações do utilitário francês: a contenção de espaço. Em largura e altura nada temos a apontar-lhe, mas os 64,5 centímetros de comprimento para as pernas revelaram-se demasiado acanhados para um adulto que tenha mais de 1,75 m.


Condução fácil
A habituação à condução do C3 é quase imediata. Fruto das regulações do volante em altura e alcance, obtém-se uma posição de condução muito confortável. A condução em cidade faz-se com descontracção, graças à leveza da direcção assistida eléctrica, à muito boa visibilidade e à suavidade do 1.4 HDi. Com 70 cavalos, este motor só revela as suas limitações fora do perímetro urbano e, embora o seu funcionamento continue refinado, convém referir que está um pouco mais barulhento do que quando montado no Peugeot 206. A instrumentação digital é de fácil consulta, os comandos do rádio integrados na haste dos limpa pára-brisas são práticos de manusear e os comandos dos vidros eléctricos dianteiros “one-touch” facilitam as paragens nas portagens.
O esquema tradicional das suspensões (MacPherson na frente e eixo de torção traseiro) não compromete este Citroën na eficácia e estabilidade ao curvar. Somente à passagem por pisos mais exigentes, como o calcetado, podemos sentir a estrutura queixar-se através das vibrações no volante e ruídos parasitas provenientes do tablier. O ABS já inclui a assistência às travagens de emergência, pelo que mesmo em apoios pronunciados podemos contar com uma desaceleração convincente e muito equilibrada.
O preço indicado para a motorização 1.4 HDi na definição de equipamento base (SX) é de 17 000 euros, uma soma que se ajusta com os tarifários praticados pela concorrência, mas que ainda poderá sofrer uma correcção até Maio próximo, data de início da sua comercialização. Fica também afiançada para o C3 a estreia do 1.4 HDi 16V de 92 cavalos, prevista para o segundo semestre de 2002.
Até lá, fica a certeza de que os pergaminhos da Citroën estão bem defendidos no segmento dos utilitários com o C3. Uma estética marcante, argumentos tecnológicos convincentes, um habitáculo funcional (embora acanhado) no quotidiano e o à-vontade proporcionado na condução são os seus atributos. André Citroën teria aprovado.


Flávio Serra

 

 

Citroën C3 Pluriel 1.4 Hdi

 

 

Notícia Autohoje de 30 de Julho de 2004


   Diesel «toon»

  O irreverente Pluriel é por muitos considerado como um excerto de banda desenhada.
  Agora, este perfeito car...toon, até já aderiu aos Diesel, tão em voga no mundo real.

 

A liberdade de criar um herói da BD, dar-lhe as formas, as expressões, as falas e toda a invencibilidade só possível no mundo da ficção será, uma actividade profissional gratificante. Um mesmo género de sentimento que deve encher o ego dos designers da Citroën, que, depois de terem dado azo à imaginação, criaram um Pluriel que só pode ter saído de um vinheta da banda desenhada! Um automóvel de carácter forte que também transfere para quem o conduz o mesmo enriquecimento do ego e a liberdade de expressão conforme o sol e a vontade de saborear o vento. No meio de tanta “coisa do outro mundo”, a marca francesa decidiu aplicar um pouco da receita já tradicional num modelo como este e, à dita irreverência, adicionou uma desejada motorização Diesel.
Uma vez mais, o também ele pequeno 1.4 HDi, na sua variante de 70 cv, foi chamado ao serviço. O preço deste HDi sobe face ao Pluriel 1.4 a gasolina de 75 cv (21 670€ contra 18 825€), mas os ganhos são mais que muitos, começando logo nos consumos. 6,4 litros de gasóleo chegam para os 70 cv do HDi passearem-se 100 quilómetros em cidade, ao passo que os da versão gasolina requerem à volta de 10 litros, e ainda por cima de uma “palha” mais cara.
Mas o HDi tem muito mais para oferecer. Em conjunto com os consumos contidos, a utilização em cidade beneficia da facilidade com que o motor sai dos baixos regimes. Performances puras não são o domínio do nosso pequeno herói “transformista”, mas a facilidade de condução é a nota dominante, até porque a postura ao volante é mais alta do que no C3 “normal”. Apenas a direcção vibra ligeiramente ao ralenti, só que o ruído do motor acaba por ser mais discreto do que no 1.4 a gasolina. A insonorização pode não ser tão cuidada como no C3, mas os barulhos mais incomodativos continuam a ser os provenientes da capota de lona. Fechada deixa passar vento em auto-estrada e quando aberta sentem-se ressonâncias do vento a invadir o habitáculo.
A rigidez piora à medida que tiramos a “roupa” do Pluriel, mas nada que chegue para chocar os amantes da versatilidade do conceito. Nada melhor que quebrar a rotina da estrada e apurar os sentidos num pacato e agora mais barato passeio tendo a natureza como pano de fundo.

Paulo Cardoso

 

 
24 de Setembro de 2004

Uma proposta ecológica

Citroën vai lançar C3 a gás natural

No âmbito da parceria estabelecida com uma outra empresa francesa, a Citroën colocará no mercado um C3 movido a gás natural.

A Citroën e a Gaz de France firmaram um acordo relativo ao desenvolvimento de veículos movidos a gás natural. O anúncio foi feito durante o Salão Automóvel de Paris.
Esta aliança visa a concepção de um modelo em concreto, o C3 1.4i CNG, o qual chegará ao mercado no decorrer do primeiro semestre de 2005.
Esta versão do C3, em exibição na mostra francesa, integra uma estação de abastecimento doméstica, a qual poderá ser instalada numa garagem. Um método até agora reservado somente para empresas, e que resultará num conforto e conveniência acrescidos para os proprietários deste C3.

 
 
Alfa Romeo 147 1.6 16V Twin Spark
Notícia Autohoje de 05 de Dezembro de 2000

Alfa Romeo 147 1.6 16V Twin Spark

Sedução às 4 rodas

Acaba de ser eleito Carro do Ano na Europa e chega em Janeiro. Chama-se 147, é um Alfa Romeo e traz novos padrões de qualidade, além de bons motores e uma estética “tórrida”.

Aqui tem o primeiro ensaio realizado em Portugal daquele que 55 jornalistas de toda a Europa votaram como carro do ano. A versão testada é a mais interessante para o nosso país, ou seja, o 1.6 16V de 120 cv. Na gama existe ainda um Diesel 1.9 JTD de 110 cv (à venda em Março, junto com o 5 portas) e um 2.0 de 150 cv.
Começo por lhe dizer o que salta à vista. O Alfa 147 tem uma estética arrasadora, particularmente na dianteira plena de personalidade e capaz de fazer evoluir o já muito bem conseguido traço do 156. A traseira é menos feliz, denotando alguns cruzamentos genéticos com o também esteticamente muito apreciado Peugeot 206. Com o 156, este novo Alfa partilha mais do que uma aparência sedutora. Trata-se da mesma plataforma (aqui encurtada em 5 cm) e basicamente a mesma suspensão, de braços duplos sobrepostos à frente e também independente atrás. Na prática funciona muito bem, com uma frente incisiva que só perante alguns exageros e provocações revela o considerável peso do conjunto (1200 kg) através de uma controlável tendência para alargar trajectórias em estradas sinuosas. Mas o 147 não é o paradigma de conforto – este não é sequer um brand value da Alfa -, podendo provocar alguns saltitares aos passageiros sempre que existem demasiadas irregularidades na estrada.
Já que comecei pelo que costuma ser o fim – o comportamento – sempre lhe posso dizer que os travões funcionam bem e que apenas utilizações intempestivamente prolongadas causam alguma fadiga, que deverá acautelar. A direcção convence de tão directa (apenas 2,2 voltas ao volante), ao contrário do diâmetro de viragem de quase 12 metros, o que chega a ser irritante em inversões de marcha citadinas – de todo irrealizáveis no Bairro Alto. Um segundo lamento para o selector de velocidades (louvavelmente preciso) de curso longo demais para um veículo de cuore sportivo, conforme o próprio Paolo Massai (engenheiro responsável pelo desenvolvimento de chassis de todos os Fiat, Alfa e Lancia e as mãos do 156 Selespeed no anúncio em que o mesmo é elogiado por Stirling Moss e Jean Todt nas artérias de Monte Carlo) de o admitiu. Não é dramático mas seria melhorável porque contribui para que as rotações caiam nas passagens de caixa.
Sem querer, já entrámos para dentro do carro, onde se prolonga a beleza de linhas do exterior. O tablier apresenta uma qualidade de construção muito apreciável, bem como materiais que prometem envelhecer com dignidade, algo que nem sempre aconteceu no passado da Alfa. Nesta unidade o equipamento era todo de série, uma aposta que a marca deverá continuar no posicionamento comercial do 147. Estofos em pele que sujeitam bem os corpos dos ocupantes, seis (!) airbags de série, coluna de direcção regulável, ar condicionado (com regulação independente à frente) com saídas de ventilação para trás e um melhor débito de ar relativamente ao 156, volante multifuncional, sistema audio Bose com carregador dianteiro de 4 cds, tudo centralizado e eléctrico, jantes de liga leve, etc, etc, etc, numa versão que ultrapassará os 5000 contos. Mas há-de existir um 147 mais barato, pouco acima dos 4000, para concorrer directamente com a referência VW Golf, sobre o qual tem a vantagem de um motor mais potente e uma estética mais inspirada. Por outro lado, a qualidade e – sobretudo – a fiabilidade estão em nítido crescendo, agora que os fornecedores dos componentes eléctricos foram colocados em sentido e os motores boxer descansam em peças. O mais apetrechado irá ser uma alternativa ao Audi A3, outro dos modelos de luxo da classe dos familiares compactos em que o 147 se pretende inscrever.
Que mais a dizer? Em espaço também não é o melhor da classe e recebe preferencialmente quatro adultos, porquanto o quinto sentir-se-á persona non gratta por não haver encosto de cabeça traseiro para ele (cómodos mas a limitar a visibilidade correspondente, tal como o óculo posterior pequeno) e por ter menos espaço para as costas. Tudo bem com os outros quatro. O porta-só-algumas-bagagens, sendo mais pequeno do que o da geração cessante (145), e é suplantado pelos seus almejados concorrentes: apenas 280 litros contra 320 do Audi A3 e 350 do VW Golf. E isto com uma 5ª roda de emergência; o que seria se tivesse um sobresselente igual aos quatro efectivos.
Termino com 9,5 segundos (10,6 anunciados) de 0 a 100 km/h e 30,7 segundos no quilómetro de arranque, registos meritórios que deixam os sereferidos rivais literalmente para trás. As prestações também são de bom nível e quanto à rumorosidade do motor acima das 4500 rpm... a sua timidez só poderia significar que não estávamos perante um verdadeiro Alfa.
Fica prometido um comparativo para Janeiro, mês em que o carro chega ao mercado português. Até lá, balize os preços entre os 4200 e os 5200 contos – consoante os níveis de equipamento – para o 1.6 de 120 cv, porque não deverá andar longe da verdade.

Joaquim Oliveira

Jardinagem

Roseiras plantio e poda



Enxada - estaca - atilhos - gradeamento de ripas - tesoura de podar - garra ou sachola - luvas.



Terra estrumada, terra solta, turfa, hormonas de enraizamento, produto para destruir as ervas daninhas, insecticida.

COMO ESCOLHER A ROSEIRA IDEAL

1. ladrão (7 folhas)
2. enxerto
3. suporte de enxerto
4. rebento adormecido
5. rebento terminal
6. pé ou ramo (5 folhas)
7. unha
8. flor solitária
9. flores em ramo
10. acúleo

* Platibandas e tufos: moitas de roseiras híbridas de chá e flor (distância de plantação: 0,35 a 0,50 m )

* Terrenos rochosos, sebes, canteiros: roseiras miniaturas (distância de plantação: 0,25 m )

* Sebes e corredores: roseiras trepadeiras (distância de plantação: 1,60 a 1,80 m )

* Muros, pérgulas, vedações: roseiras trepadeiras (distância de plantação: 1,50 m )

* Plantação isolada, em maciço ou sobre relva: pés de roseiras (distância de plantação: 1 m no mínimo), roseiras tipo chorão (árvore) (distância de plantação: 2 m )

Existem duas variedades de floração:
A roseiras trepadeiras, dá flores sucessivas de Maio-Junho até ao tempo das geadas, é o caso da maior parte das moitas de roseiras e das roseiras trepadeiras com flores de grandes dimensões.A roseira não trepadeira floresce apenas uma vez por ano mas com uma floração espectacular, como é o caso da maior parte das roseiras trepadeiras com flores pequenas em ramos.

CONSELHOS
As
qualidades de uma boa roseira:
- ramos: casca verde, não muito torcidos, bem afastados, rebentos visíveis
- raízes: bem duras, cabeludas, com 20 cm de comprimento no mínimo.

Quando plantar
As roseiras, recebidas em caixas ou em vaso podem ser plantadas durante todo o ano. Plantar as roseiras com raízes nuas desde o fim de Outubro (período ideal) até meados de Abril. Não plantar em períodos de gelo ou se a terra estiver demasiado molhada.

Onde plantar
Escolher um local bem exposto aos raios solares, abrigado do vento e não muito húmido. Evitar os locais francamente expostos a Norte ou Sul.

TODAS AS ROSEIRAS SÃO PLANTADAS DA MESMA FORMA.

· Fazer um buraco suficientemente grande e profundo; as raízes devem caber facilmente.
· Destorroar a terra em 30 cm de profundidade. Adicionar um composto de estrume ou adubo se o solo for demasiado calcário, muito pesado ou argiloso. Nunca colocar as raízes em contacto com o estrume ou o adubo.
· Para que as roseiras criem mais facilmente novas raízes depois de serem transplantadas, envolver as raízes da roseira em terra amassada com estrume: mergulhar as raízes em lama argilosa enriquecida de hormonas pronta a ser utilizada: terra amassada com estrume.
· Colocar o ponto de enxerto ao nível do solo depois de ter cortado as raízes estragadas ou mal cortadas. Separar bem as raízes no fundo do buraco.
· Deitar terra fina entre as raízes; terminar de encher o buraco (1).


· Exercer pressão junto ao pé da roseira e regar generosamente na parte calcada da terra para que esta adira bem às raízes. As roseiras anãs e Polyanthas não devem ultrapassar uma altura de 10 cm e as roseiras trepadeiras uma altura de 30 a 40 cm . Podar se os pés das roseiras tiverem um comprimento superior.
· Uma semana depois da plantação tapar as roseiras para proteger o ponto de enxerto utilizando turfa ou terra arenosa (2).


· Retirar esta protecção na Primavera.

APOIAR OS PÉS DAS ROSEIRAS EM ESTACAS

· Enterrar a estaca no solo antes de plantar a roseira, para não danificar o enxerto nem as raízes.
· Colocar a roseira de encontro a uma estaca com cerca de 2 cm de diâmetro, plantada do lado oposto aos ventos dominantes. A extremidade da estaca deverá situar-se ligeiramente acima da parte superior da roseira.

DISPOSIÇÃO EM ESPALDEIRAS DAS ROSEIRAS TREPADEIRAS

· Afastar a roseira de 25 a 30 cm da base do suporte (gradeamento de ripas, caramanchão, fios de ferro/arames instalados horizontalmente num muro, etc.)
· Dirigir as raízes na direcção oposta à do suporte. Os ramos deverão ser fixados à medida que forem crescendo (3).




A PRIMEIRA PODA DEVE SER EFECTUADA EM TODAS AS ROSEIRAS NO FIM DO INVERNO, QUANDO AS GRANDES GEADAS JÁ NÃO DEVERÃO ACONTECER.
NOS ANOS SEGUINTES PODAR NO FIM DO INVERNO NO CASO DAS VARIEDADES TREPADEIRAS E APÓS A FLORAÇÃO PARA AS VARIEDADES NÃO TREPADEIRAS.

· Cortar sempre com uma tesoura de podar 1 cm acima do olho, em bisel (4).

Lado certo

Lado errado

Muito perto do olho

Muito esmagado


OS 4 ACTOS DA PODA DE UMA ROSEIRA

1. Eliminar os ramos mortos e os ladrões.
2. Eliminar os pequenos ramos menos vigorosos.
3. Eliminar os ramos que estiverem a roçar com outros mais bem colocados.
4. Eliminar os ramos menos correctos.

AS MOITAS DE ROSEIRAS

· No primeiro ano, podar para que fiquem com cerca de 10- 15 cm para que nasçam uns rebentos vigorosos.
· Nos anos seguintes, podar a cerca de 12- 20 cm do solo.
· Conservar 4 ou 5 ramos. Tendo em conta o seu vigor, deixar ficar entre 2 a 5 olhos nesses ramos (quanto mais vigorosa for a roseira, menos será necessário encurtá-la).
· Cortar de preferência acima de um olho virado para fora de forma a desocupar o centro (5).

poda 1º ano
10 a 15 cm

poda 2º ano
12 a 20 cm


AS ROSEIRAS TREPADEIRAS

· No 1º ano, podar muito pouco as roseiras trepadeiras com flores de grandes dimensões, no fim do Inverno.
· Podar mais severamente (de 70 a 80 cm do solo) as roseiras não trepadeiras, no final do Verão.
· Nos anos seguintes, eliminar rente ao pé da roseira os ramos com mais de um ano, com casca cinzenta ou castanha. Se tiver nascido um rebento forte num ramo velho, cortar o ramo logo acima do novo rebento (6).



PÉS DE ROSEIRA
· Podar de forma a desimpedir o centro do arbusto e a obter cabeças bem guarnecidas. O tamanho é semelhante ao das moitas de roseiras.

AS ROSEIRAS MINIATURAS
· Não podar no ano a seguir à plantação.
· Nos anos seguintes, contentar-se com uma limpeza normal de Primavera: eliminar os ramos mortos e os pequenos ramos enfraquecidos que não têm qualquer hipótese de florescer. Desbastar para que o centro apanhe mais luz.

AS ROSEIRAS ARBUSTOS
· Podar no primeiro ano para evitar um desenvolvimento demasiado rápido dos ramos.
· Nos anos seguintes, contentar-se com uma limpeza normal.
· Cortar todos os restantes rebentos para cerca de metade do seu comprimento.
· Prestar atenção para manter uma forma harmoniosa (7).



UMA PODA SEVERA PARA AS MOITAS DE ROSEIRAS.UMA PODA LIGEIRA PARA AS ROSEIRAS TREPADEIRAS



A REGA
· Regar regularmente no fim do dia junto aos pés das roseiras durante o período de floração. Evitar molhar as folhas pois isso favorece o desenvolvimento das doenças.

SACHAR
· Sachar regularmente os pés das roseiras para partir a crosta de terra e arejar a terra (8).



OS ADUBOS
· Distribuir o adubo específico depois da poda, antes da floração e depois da primeira floração.

COBRIR COM PALHA
· Em Maio, em terra seca, espalhar aos pés das roseiras depois de sachar, uma fina camada de palha de estrume ou de turfa clara. Esta operação nutre a roseira, mantém a humidade do solo e limita o nascimento das ervas daninhas (9).



A ELIMINAR AS FLORES MURCHAS
· Nas roseiras trepadeiras, mais especificamente, eliminar à medida que forem aparecendo as flores murchas para favorecer a floração.
· Cortar a haste por baixo da segunda folha ou por cima de um rebento jovem.

APARAR
· Para se obter folhas grandes e com muitas pétalas, conservar apenas o botão terminal quando os ramos terminarem com 3 botões.
· Cortar com as unhas os botões inferiores para os eliminar (10).



ELIMINAR OS LADRÕES
Os ladrões são rebentos de cor verde mais clara, com folhas pequenas e numerosas, que absorvem a seiva para seu proveito. Desenvolvem-se nas raízes ou nas hastes.2 soluções:
· Cortar os ladrões das hastes à nascença com uma faca bem afiada. No caso dos ladrões de raízes, afastar a terra rente ao enxerto e cicatrizar (11).



OS CUIDADOS A TER DURANTE O INVERNO
· Retirar as folhas mortas, não as enterrar.
· Remover as ervas daninhas.
· Enterrar um pouco de estrume ou de adubo
· Tapar as roseiras para proteger o ponto de enxerto.

O TRATAMENTO
As doenças e os parasitas são os maiores inimigos das roseiras. Existem produtos polivalentes (tratamento ao mesmo tempo insecticida e fungicida), que devem ser utilizados de preferência como forma preventiva na Primavera.

2 formas de apresentação:

- soluções concentradas ou pós solúveis em água e que devem ser utilizados em pulverizações.
- pós prontos a ser utilizados, para polvilhar regularmente podendo ser utilizado um polvilhador. Recear sempre os pulgões, que são o inimigo tradicional das roseiras: a presença de formigas no início da Primavera deverá ser um alerta.

 fonte: Mestre Maco

 

 

 

 

 

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